Séries
Vertigo & Wildstorm
Panini Comics

Sobre a série

Sinopse

O que aconteceria se todos os homens morressem? Em um instante, todos os seres de cromossomo Y do planeta caíram mortos – inexplicavelmente. As mulheres agora dominam o mundo, mesmo sabendo que não há salvação para a raça humana. O que elas não sabem é que há uma esperança: Yorick Brown e seu macaco Ampersand são os únicos machos que ainda caminham sobre a Terra. Se conseguirem continuar vivos, eles vão descobrir o que matou todos os homens – e salvar o planeta.

Os roteiros criativos de Brian K. Vaughan tornaram-no um dos nomes mais celebrados da ficção científica contemporânea, rendendo-lhe inclusive um convite para roteirizar o seriado Lost. A desenhista Pia Guerra é o lado feminino da HQ, indispensável para representar um mundo dominado pelas mulheres.


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Y - O Último Homem

Precisamos estudar o anteriormente das séries... Fazer bem detalhado? Revista por revista? Ou ir sempre modificando um texto resumo que cobre toda a história até o momento?


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Roteirista em Y - O Último Homem

Brian K. Vaughan

Brian K. Vaughan Brian K. Vaughan
Fonte: Comicvine

“Todo escritor tem 10.000 páginas de porcaria, e o único jeito
de tornar seu texto bom é trabalhar duro para chegar à 10.001ª.”

Com dois Prêmios Eisner, uma homenagem de “grande inovador” dada pela revista Wired, o convite para escrever o seriado de maior sucesso no planeta, uma graphic novelmarco na história dos quadrinhos e uma legião de fãs, Brian K. Vaughan certamente tem que ser ouvido quando dá uma recomendação como a citada, publicada em seu blog. E qual foi a 10.001ª página de Vaughan? A proposta de Y – O Último Homem, série que a Vertigo começou a publicar em 2002. Mesmo que seu trabalho anterior tivesse pontos altos, Y foi a virada de sua carreira.

O escritor, nascido em 1976 em Cleveland, Ohio — uma das cidades mais férteis dos EUA em termos de quadrinhistas, lar dos pais de Superman, de Robert Crumb e Harvey Pekar, entre outros —, entrou nos quadrinhos a partir do Stan-Hattan Project, oficina promovida pela Marvel Comics com a New York University, visando encontrar novos escritores. Joe Kelly, Ben Raab e Vaughan, estudante de cinema, saíram contratados pela editora.

Seus primeiros anos na Marvel foram os de um legítimo “tapa-buraco”: substituir escritores atrasados, reescrever diálogos, pegar os trabalhos que ninguém mais queria. Mas sua carreira só decolou após ele largar o emprego, dedicar-se à conclusão da universidade e voltar com tudo para o mercado de quadrinhos. Criou uma nova série do Monstro do Pântano para a Vertigo, focada na filha adolescente do personagem, escreveu edições interessantes de Batman, algumas minisséries para a linha X-Men, bem como a série da personagem Mística, e criou um novo personagem para a linha Marvel Max, o Capuz.

Entretanto, ainda faltava algo ao jovem escritor. Era a série Fugitivos,criação para a Casa das Ideias, cuja primeira edição tinha uma sacada que deixou os fãs em polvorosa. Poucos meses depois, Y – O Último Homem, na Vertigo, começava com um roteiro primoroso para uma ideia de filme B: o que aconteceria se todos os homens da Terra (com exceção de um, é claro) morressem?

Dois anos depois, a última página de Ex Machina 1, série que criou para a DC/Wildstorm, novamente agitou o mercado. Quando do lançamento da elogiadíssima Os Leões de Bagdá — graphic novel que analisa a Guerra do Iraque por meio de uma fábula com animais falantes —, o homem já era considerado mestre, com trabalhos tão comentados e esperados quanto os de um Neil Gaiman ou Grant Morrison.

O autor está hoje naquela fina camada de criadores invejados não só pelos colegas de quadrinhos, mas pelos de outras mídias também. Enquanto estava envolvido com os roteiros para as adaptações cinematográficas de Y – O Último Homem e Ex Machina, Vaughan foi convidado para juntar-se à equipe de roteiristas do seriado-fenômenoLost. Participou da quarta e da quinta temporada, escrevendo alguns dos episódios preferidos dos fãs, antes de deixar o cargo para voos mais altos — ainda não revelados, mas provavelmente em Hollywood.

Vaughan já ameaçou deixar as HQs devido à quantidade de ofertas que recebe no cinema e na TV, mas não dá sinais de desistência. Ele concluiu Y – O Último Homem em janeiro de 2008, e agora trabalha no final de Ex Machina, prevista para ir até 2010 ou 2011. Mas, vez por outra, pega algum trabalho extra, como uma participação na série deBuffy – A Caça-Vampiros. Os fãs têm mais é que torcer para que os quadrinhos não percam este grande nome.


Trabalhos de Destaque de Brian K. Vaughan

Ex Machina, Fugitivos, Os Leões de Bagdá.

Desenhista em Y - O Último Homem

Pia Guerra

Pia Guerra Pia Guerra
Fonte: Comicvine

Pia Guerra lembra quando decidiu seu futuro: seu primo deixou um gibi dos X-Men na sala e ela não resistiu à tentação de ler aquela coisa desconhecida. Foi fisgada. Descobriu que podia contar histórias fazendo aquilo que já gostava — desenhar. Era 1981 e ela tinha 10 anos. Ainda não parou de desenhar. Seus primeiros trabalhos foram publicados no início da década de 1990. Colaborou com antologias como Asylum, The Big Book of Urban Legends e Dark Horse Presents, além de ter feito vários manuais de RPGs comoVampiro — A Máscara, Changeling e Lobisomen — O Apocalipse.

O envolvimento com a Vertigo começou cedo e demandou muito empenho da artista. Ela diz ter recebido inúmeros “nãos” da editora Karen Berger ao longo de seis anos — enquanto fez testes para séries como Shade – The Changing Man e Names of Magic. Outra editora, Heidi McDonald, resolveu dar uma chance se ela estivesse “a fim de desenhar um monte de mulheres”. Foi o teste para Y – O Último Homem, que ela começou em 2002. Guerra acabou sendo co-criadora de Yorick Brown e seu mundo, trabalhando junto a Brian K. Vaughan em alguns aspectos dos roteiros — uma parceria que ela considera perfeita. A desenhista acabou assinando quase todas as edições de Y pelos seis anos da série.

Expert em narrativa visual, Guerra foi premiada junto a seus colegas pela revista Wizard e em doisEisner Awards. Solo, ganhou o“Artista de Quadrinhos Canadense de Destaque” do Shuster Awardsem 2006 — apesar de ter nascido em New Jersey, nos EUA, ela morou desde criança em Toronto e naturalizou-se canadense.

Depois de Y, Guerra diminuiu sua produção — fez apenas uma minissérie do Dr. Who para a editora IDW — e resolveu investir em projetos pessoais, como fala em seu blog http://hellkitten.blogspot.com. Atualmente, mora em Vancouver com o marido (e roteirista dos gibis dos Simpsons) Ian Boothby e divide o tempo entre três gatos e sua paixão por casas de bonecas.

 

 


Trabalhos de Destaque de Pia Guerra

Asylum, Changeling, Dark Horse Presents, Lobisomen - O Apocalipse, The Big Book of Urban Legends, Vampiro - A Máscara.


Website/Blog

» http://hellkitten.blogspot.com

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