Por GEOFF JOHNS

Como autor de Lanterna Verde: Renascimento e Flash: Renascimento, posso dizer que a palavra “renascimento” tem um significado importante para mim. Não é uma logomarca ou uma ferramenta de marketing e nunca foi. Para mim, “renascimento” é uma forma de abordar uma mitologia — uma forma de enaltecer e honrar seus personagens, seus respectivos universos e abraçar os valores por eles personificados. É algo que indica o passado, o presente e, mais importante, o futuro. Lanterna Verde: Renascimento não foi apenas sobre a volta de Hal Jordan e da Tropa dos Lanternas Verdes. Foi lá que estabelecemos as fundações sólidas de arcos como A Guerra dos Anéis e A Noite Mais Densa — histórias que desafiaram nossos heróis, redefiniram seus vilões, introduziram novas ameaças e aventuras, todas embasadas na essência do mito dos Lanternas Verdes.

Se queremos agora fazer renascer todo o Universo DC, precisamos saber exatamente onde estamos hoje, agora. E um renascimento começa trazendo algo de volta, algo que estava perdido… Em relação ao Universo DC, isso vai muito além de heróis e vilões que não eram vistos há algum tempo. É também importante trazer de volta valores intrínsecos que a DC Comics representa.

Histórias épicas.

Um legado que honra o passado sempre rumando para o futuro.

Esperança.

Em tempos de cinismo digital e de descrença (talvez justificada), espero que você se surpreenda ao ler as novas revistas.

Espero que sintam a paixão que os criadores têm em relação ao Universo DC ao lerem as páginas das HQs. Mas espero, acima de tudo, que nossos leitores — os antigos e os novos, os que estão retornando e os que nunca foram embora — vivenciem nosso Universo como um todo coeso, um organismo vivo criado com base nos maiores heróis e vilões de todo o mundo, honrando o que foi feito no passado sem tirar os olhos do que está por vir. O RENASCIMENTO é o novo capítulo na saga do Universo DC, e mal posso esperar para que você o vivencie.