Em março, raia um Dia Mais Claro

Por Bernardo Santana

Claro mesmo...Sim, é verdade… mas por essa você já esperava, não? Em março, começa a chegar às bancas de todo o país a maxissérie em treze edições O Dia Mais Claro, que sucede a megabem-sucedida A Noite Mais Densa como o centro nervoso do Universo DC inteiro!

No mês que vem, o dcnauta aflito já poderá ter em mãos a edição O Dia Mais Claro 0 (Formato americano, 52 páginas, distribuição nacional), espécie de prólogo para a história mais importante do ano, que mostrará o desenrolar do intrigante e misterioso fato acontecido na conclusão de Noite (e do qual não falaremos mais pra não estragar a leitura de ninguém).

Além de ser a espinha dorsal do que vai acontecer em 2011 no UDC, O Dia Mais Claro tem ainda mais um atrativo interessante pros leitores brasileiros: a presença frequente dos desenhistas brazucas Ivan Reis e Joe Prado na arte das histórias. Já os roteiros ficam por conta do maestro Geoff Johns e de Peter Tomasi.

Mais novidades, em breve por aqui!


Marvel relança Crossgen

Por Bernardo Santana

Capa de Sigil 1Crossgen é o nome do novo selo sob o qual a Marvel Comics pretende lançar materiais a partir de 2011. A Crossgen era uma editora fundada pelo empresário Mark Alessi em 1998, e que durou até 2004. A notícia caiu na rede hoje no site da própria editora, que definiu o material do selo em gestação como um “…empolgante novo universo que reunirá todos os gêneros, trazendo os melhores talentos para criar personagens e conceitos nunca antes vistos na Casa das Ideias.”

A proposta da editora tem início em março do ano que vem, quando saem lá fora os primeiros números de duas minisséries em quatro partes, chamadas Ruse (escrita por Mark Waid e desenhada pelo novo talento Mirco Pierfederici) e Sigil (roteiros de Mike Carey e arte de Leonard Kirk), aparentemente as primeiras de muitas a virem por aí.  Ambas as séries já haviam sido publicadas pela Crossgen no passado.

Capa de Ruse 1Ruse trata das aventuras de Simon Archand, o maior detetive do mundo, em um misto — segundo Waid — de Quarteto Fantástico com Sherlock Holmes. Já Sigil é um “épico de fantasia em escala colossal” (palavras de Carey), que acompanha Samantha Rey, uma jovem de 16 anos, jogada no meio de uma guerra que não compreende, mas de posse do poder que pode definir o gigantesco conflito.

Parece que vai ser coisa boa. Vamos aguardar acompanhando os (novos) primeiros passos do Crossgen e torcendo para que boas histórias venham dessa iniciativa da Marvel.